Comida Industrializada

in the market

O cardápio do brasileiro está mudando – e para pior. A quantidade média de arroz e feijão comprada pelas famílias diminuiu, enquanto a aquisição de comida industrializada e refrigerantes para consumo em casa cresceu.

Você já parou para pensar na diferença entre se alimentar e comer? É simples. Quando você se serve de um prato colorido, rico em fibras, minerais e vitaminas, está se alimentando. Por outro lado, se você monta um prato cheio de produtos enlatados e embutidos, está apenas matando a fome.

Atualmente a Indústria de Alimentos tornou-se um importante setor da atividade econômica, o alimento processado é mais prático e como consequência muitos aditivos químicos, gordura trans, vegetal ou hidrogenada, acidulantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, ácido cítrico, aspartame, conservantes se fazem necessários para manter o produto com a aparência, textura, cor, sabor, aceitáveis pelo consumidor.

A indústria de alimentos defende esses aditivos, utilizados, em geral, para aumentar a durabilidade do produto na prateleira, melhorar a aparência ou facilitar algumas etapas da produção industrial.

Estes tipos de alimentos trazem riscos à saúde. Para prevenir doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, alergias e outros problemas de saúde, tenha uma alimentação adequada. Frutas, verduras, legumes e cereais integrais são ricos em vitaminas, minerais e fibras. Faças destes alimentos sua principal fonte de alimentação.

Evite ceder à praticidade, porém se não tiver outra opção tenha muito cuidado ao escolher a lata. Alimentos enlatados e embalados à vácuo são mais suscetíveis a bactéria Clostridium Botulinum, isso porque o micro-organismo se desenvolve em locais sem oxigênio. Latas estufadas é sinal da presença da bactéria, o “inchaço” acontece pelos gases produzidos pela Clostridium Botulinum.
A comida industrializada possui grandes quantidades de açúcar e sódio e os principais ingredientes a evitar na comida industrializada são as gorduras, óleos, açúcares, xaropes, sacarose, glicose e frutose, corantes e conservantes.

Com adição de corantes, tais como E123 (Amaranth) os quais produzem tumores em ratos, com mutógenos e efeitos teratogênicos. Ou ainda o E102 (tartrazina), corante amarelo de arroz que também é usado em produtos de peixe, marisco, bebidas alcoólicas … podendo causar, entre outros problemas, alguns distúrbios fisiológicos, como hiperactividade em crianças, o que tem sido proposto a retirada do mercado no Reino Unido. Também foi comprovado que corantes Verde 3 e Azuis 1 e 2 estão relacionadas com o desenvolvimento de diversos tipos de tumores e outros acometimentos.

A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) comparou a tabela nutricional de 12 produtos alimentícios fabricados tanto no Brasil quanto em quatro países europeus, como Bélgica, Espanha, Itália e Portugal. O resultado apontou que os brasileiros têm, em geral, uma quantidade maior de gordura, açúcar e aditivos na fabricação.
Hambúrguer: Estes pedaços de carne estão cada vez mais contaminados graças à produção em larga escala, que aumenta a proliferação de bactérias nas fábricas. Muitas companhias utilizam a amônia na carne para evitar a proliferação de E.coli e salmonella, duas bactérias que causam intoxicação alimentar. O problema é que junto estão ingerindo carne com detergente. Um outro alerta: nos Estados Unidos, estudos já demonstraram que um único hambúrguer tem pedaços de pelo menos 100 bois.

Sanduíches feitos com pão integral: Muita atenção! A maioria dos pães integrais nas redes de fast-food tem menos de 2% de grãos integrais, ou seja, não são nada saudáveis. Além disso, contém substâncias que não são encontradas nos pães caseiros, como o sulfato de amônia, o sulfato de cálcio e o xarope de milho de alta frutose. Em uma pesquisa na rede Subway americana, descobriu-se que a coloração escura de alguns pães não era por causa dos grãos integrais. A rede utilizava um corante caramelo para deixar as fatias com uma cara mais saudável.

Balas coloridas: O excesso de corantes nas balas e nos chocolates com casquinhas coloridas é péssimo para as crianças. Um estudo publicado no jornal científico ‘Lancet’, mostra que eles podem aumentar a hiperatividade e os problemas de comportamento nos pequenos. Além disso, são riquíssimos em açúcar. Um pacote pequeno de bala, por exemplo, pode conter mais açúcar do que duas barras de chocolate.

Salgadinhos e batatas chips: O típico salgadinho industrializado contém nada menos do que 39 ingredientes. Destes, apenas três são encontrados no supermercado: a batata, o queijo e o óleo de soja. A maioria tem gordura hidrogenada e glutamato monossódico (MSG), usado para realçar o sabor e estimular o apetite. Estudos ligam o glutamato a enxaquecas, alergias, irritabilidade, tonteiras e até dores no peito.

Comida industrializada possui um alto teor calórico e um baixo teor nutricional, em resumo, engorda muito e não alimenta nada. Pode até “matar a fome”, mas nutriente que é bom? NADA! E para completar o quão ruim eles são, eles tem o poder de viciar.

Pode ter certeza que se você souber como as comidas industrializadas são feitas ou o que contém dentro de algumas delas, nunca mais você chega perto. E ainda assim vale lembrar que quanto maior é a duração de um alimento, pior ele é. Comida saudável e natural dura pouco tempo dentro da sua geladeira.

Legumes frescos não têm esse problema, mas você deve lavá-los muito bem para evitar a contaminação por pesticidas. Recomenda-se colocar os legumes, folhas e frutas em uma bacia com 2 litros de água e adicionar 2 colheres de sopa de Iodo à 2%. Deixe – os por 15 minutos. Isto limpará mais rápido os agrotóxicos dos alimentos.

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Matéria selecionada e compilada por Rama Shakti

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